Estudante de Engenharia de Produção participa de programa internacional nos Estados Unidos
Ainda no primeiro ano da graduação, Miguel Tomazinho foi selecionado para o Academy International Leadership, iniciativa com apenas 15 vagas para universitários de toda a América Latina.
Franca (SP), 27 de julho de 2026 – Uma oportunidade internacional já no início da vida universitária. Miguel Tomazinho, estudante do 1º ano de Engenharia de Produção, do UniFACEF Centro Universitário Municipal de Franca, foi aprovado para participar do Academy of the Americas International Leadership Program, programa de extensão realizado nos Estados Unidos. Com apenas 15 vagas destinadas a universitários de toda a América Latina, a seleção também considera características da instituição de origem, entre elas as oportunidades de iniciação científica, os projetos de extensão e o corpo docente.
Uma conquista que começa no primeiro ano
A aprovação de Miguel Tomazinho ganha relevância não apenas pela dimensão continental do processo seletivo, mas também pelo momento de sua trajetória. No primeiro ano, quando muitos estudantes ainda estão descobrindo os campos de atuação da profissão, ele já amplia sua formação para além das fronteiras nacionais e passa a integrar uma experiência acadêmica voltada à liderança.
A conquista mostra que ingressar no Ensino Superior não significa adiar a vida profissional à espera do diploma. A graduação pode produzir resultados desde o começo: contato com professores, participação em projetos, desenvolvimento de repertório, acesso e construção de relações acadêmicas e profissionais. É um percurso no qual cada semestre pode abrir possibilidades que dificilmente apareceriam para quem permanece fora desse ambiente.
Internacionalização: quando a formação atravessa fronteiras
A internacionalização tornou-se uma dimensão estratégica do Ensino Superior. Esse movimento expressa a crescente circulação de conhecimento, pessoas e qualificações entre diferentes sistemas educacionais.
Para quem participa, uma experiência internacional pode ampliar a autonomia, a capacidade de adaptação, a comunicação intercultural e a compreensão de problemas sob perspectivas distintas. Também favorece a criação de vínculos com estudantes de outros países e a formação de uma rede que pode acompanhar o jovem em projetos, pesquisas e oportunidades futuras. Não se trata apenas de viajar: trata-se de aprender a atuar em um mundo profissional cada vez mais conectado.
A universidade também faz parte da seleção
Um aspecto especialmente significativo do processo é que a análise não se limita ao candidato. Entre os critérios informados pelo programa estão características da instituição de Ensino Superior, como programas de iniciação científica, projetos de extensão e corpo docente. Assim, a aprovação de Miguel Tomazinho reconhece seu mérito individual e, ao mesmo tempo, evidencia a importância do ambiente acadêmico que sustenta sua formação.
Essa relação ajuda a compreender por que a escolha da graduação envolve mais do que uma grade de disciplinas. A iniciação científica ensina a investigar, formular perguntas e trabalhar com evidências. A extensão coloca o conhecimento em diálogo com necessidades da sociedade e das organizações. A convivência com professores qualificados oferece orientação, referências e acesso a caminhos que o estudante nem sempre consegue visualizar sozinho.
Engenharia de Produção em perspectiva global
A Engenharia de Produção prepara profissionais para compreender e aperfeiçoar sistemas que integram pessoas, processos, materiais, informações, tecnologia, qualidade, custos e sustentabilidade. São temas presentes em empresas e cadeias produtivas de diferentes países, o que torna a visão internacional especialmente valiosa para a área.
Ao conviver com estudantes latino-americanos, Miguel Tomazinho tem a oportunidade de perceber que desafios de produtividade, logística, inovação e liderança podem assumir formas distintas conforme o contexto econômico, cultural e social. Esse repertório amplia a visão sistêmica esperada do engenheiro de produção e fortalece a habilidade de dialogar, coordenar equipes e construir soluções em ambientes diversos.
O valor da experiência presencial
As modalidades digitais cumprem papel relevante na democratização do acesso e podem atender bem a diferentes necessidades. Ao mesmo tempo, a formação presencial oferece uma experiência própria: encontros recorrentes com professores e colegas, participação na vida acadêmica, conversas que surgem antes e depois das aulas, orientação próxima e acesso cotidiano a projetos de pesquisa, extensão e internacionalização.
O diferencial não está apenas em ocupar uma sala de aula, mas em pertencer a uma comunidade universitária. Nessa convivência, o estudante aprende a argumentar, colaborar e ser reconhecido por seu potencial. Muitas oportunidades começam nessa rede: uma indicação de edital, um convite para projeto, a orientação de um professor ou a disposição para disputar uma seleção internacional.
Uma mensagem para quem ainda está escolhendo o futuro
A transição entre o Ensino Médio e a vida adulta é atravessada por pressões reais: a necessidade de renda, as dúvidas sobre a carreira, as expectativas familiares e a sensação de que quatro ou cinco anos parecem distantes. Não existe uma explicação única para as escolhas a serem feitas, e respostas não podem reduzir trajetórias complexas a rótulos.
A história de Miguel Tomazinho oferece justamente essa imagem concreta. A formação superior não elimina as dificuldades nem garante resultados automáticos, mas cria um ambiente de possibilidades, acompanhamento e desenvolvimento. Para estudantes, pais, professores e demais formadores de opinião, a conquista reforça uma mensagem simples: investir na graduação é ampliar o número e a qualidade das portas que poderão se abrir.
Uma conquista individual, uma referência coletiva
Ao levar o nome do UniFACEF e da Engenharia de Produção a uma experiência nos Estados Unidos, Miguel Tomazinho se torna referência para outros jovens que estão construindo seus projetos de vida. Sua aprovação revela iniciativa pessoal, mas também a força de uma formação que combina ensino, pesquisa, extensão e abertura ao diálogo internacional.
Para a comunidade acadêmica, a conquista reafirma que a internacionalização pode começar ainda na graduação e alcançar estudantes desde os primeiros anos. Para quem está concluindo o Ensino Médio, ela traduz o Ensino Superior em algo visível: a chance de aprender mais, conhecer outros contextos, amadurecer escolhas e construir uma trajetória com horizontes mais amplos.
Vestibular UniFACEF 2027
As inscrições para o Vestibular UniFACEF 2027 estão abertas. Candidatos interessados em Engenharia de Produção e nos demais cursos podem consultar informações sobre os cursos, formas de ingresso e orientações no site do UniFACEF. Conheça também a graduação em Engenharia de Produção do UniFACEF.
Sobre o UniFACEF
O UniFACEF Centro Universitário Municipal de Franca é uma Instituição de Ensino Superior autárquica, com sólida tradição em excelência acadêmica e forte inserção regional. Reconhecido por seu elevado corpo docente e por sua infraestrutura moderna, o UniFACEF destaca-se no cenário educacional por promover a integração entre o Ensino, a Pesquisa e a Extensão, capacitando cidadãos e profissionais para os desafios do mercado global e impulsionando o desenvolvimento social e científico da comunidade.
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- Miguel Tomazinho, estudante do 1º ano de Engenharia de Produção, do UniFACEF, participou de programa de liderança, nos Estados Unidos.













